Normalmente, uma espécie tem dois sexos -- masculino e feminino
-- e diferenciação sexual ocorre na forma de gametas respectivamente
masculinos e femininos. O sexo feminino é definido como aquele que
produz o gâmeta (ou gameta) feminino, que é uma célula reprodutiva maior e geralmente imóvel (o óvulo ou oogonia). O sexo masculino é definido como o que produz o gameta masculino, que é uma célula
reprodutiva menor denominada espermatozóide ou espermatogonia. Cada
gameta possui a metade do número de cromossomos daquela espécie.
Quando uma mesma criatura possui simultaneamente órgãos masculino e feminino, ela é definida como hermafrodita. Quando os indíviduos de uma espécie não possuem características sexuais claramente definidas, dizemos que o sexo é indiferenciado.
A palavra sexo também é usada para se referir aos órgãos sexuais, à relação sexual (os atos físicos relacionados com a reprodução sexuada) e outros comportamentos da sexualidade.
Relação sexual se refere a uma ampla variedade de comportamentos
entre indivíduos voltados para a obtenção de prazer erótico de pelo
menos um dos membros envolvidos independente de haver penetração, orgasmo e fins reprodutivos. Para isso é feita a estimulação de uma ou mais zonas erógenas, como seios, vagina e pênis.1
Outros animais, além dos humanos, também praticam sexo sem fins reprodutivos. Para os bonobos, a relação sexual é uma forma de expressar carinho e intimidade entre os membros de sua sociedade.2 Golfinhos e penguins já foram observados fazendo sexo sem fins reprodutivos, inclusive em relações homossexuais.3

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